segunda-feira, 18 de maio de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Ai se sêsse
Um poema "mal escrito" como deve ser (rói-te de inveja, ó Chagas!).
sábado, 25 de abril de 2015
Os Erros
Os Erros
A confusão a fraude os erros cometidos
A transparência perdida — o grito
Que não conseguiu atravessar o opaco
O limiar e o linear perdidos
Deverá tudo passar a ser passado
Como projecto falhado e abandonado
Como papel que se atira ao cesto
Como abismo fracasso não esperança
Ou poderemos enfrentar e superar
Recomeçar a partir da página em branco
Como escrita de poema obstinado?
Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas"
A confusão a fraude os erros cometidos
A transparência perdida — o grito
Que não conseguiu atravessar o opaco
O limiar e o linear perdidos
Deverá tudo passar a ser passado
Como projecto falhado e abandonado
Como papel que se atira ao cesto
Como abismo fracasso não esperança
Ou poderemos enfrentar e superar
Recomeçar a partir da página em branco
Como escrita de poema obstinado?
Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas"
quinta-feira, 23 de abril de 2015
E viva a pornografia de escrever idiotices para idiotas. E ganhar dinheiro com isso.
Pedro Chagas Freitas
A arte de escrever para idiotas
sábado, 18 de abril de 2015
The Evil Vagina
"Afinal, o sexo do homem é muito mais honesto, visível e mais facilmente lavável, enquanto o das mulheres é mais sinistro".
(Valter Hugo Mãe, entrevista ao Diário de Notícias, 23/9/2013)
domingo, 5 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
domingo, 29 de março de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
sábado, 21 de março de 2015
domingo, 8 de março de 2015
Entre a praia e o jardim
entre a praia e o jardim
as margens da luz:
praias de longa duração fluindo
em torno de um jardim instantâneo;
jardins que vão crescendo durante séculos
até um relâmpago de praia onde
o teu corpo em flashes brancos
se incendeia branco;
o espanto que
assombra o espanto, nas fronteiras
perturbadas, o fulgurante
mar, a massa de árvores
na montanha.
Manuel Gusmão
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
sábado, 14 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Estás tão ausente
(Silêncio).
- Estás tão ausente.
- Também tu estás ausente.
- Diz-me porquê.
- Diz-me também tu porquê.
- Isso entristece-me tanto.
- E como pensas que me sinto.
- O mesmo te pergunto eu.
- És tu que me tornas ausente.
- Mas eu estou aqui.
- Eu também, deixa lá!
(Silêncio).
Per Aage Brandt
- Estás tão ausente.
- Também tu estás ausente.
- Diz-me porquê.
- Diz-me também tu porquê.
- Isso entristece-me tanto.
- E como pensas que me sinto.
- O mesmo te pergunto eu.
- És tu que me tornas ausente.
- Mas eu estou aqui.
- Eu também, deixa lá!
(Silêncio).
Per Aage Brandt
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